Domingo, Abril 12, 2009

Luz...

cinjo-me com palavras
entre cada uma das pedras calcorreadas
e busco seres magnificientes habitando
o significado profundo do verbo

a lugubridade da noite interior
trespassada por uma espada forjada no fogo das palavras
é dissipada pela luz que se espraia
pelos vitrais que decanteiam os primeiros raios:

uma ferida humana tocada no epicentro
pelo arcano alento exalado sobre si.


Rui Amaral Mendes

3 comentários:

as velas ardem ate ao fim disse...

Lindissim.

bjo

as velas ardem ate ao fim disse...

tenho uma "replica" do quadro que ens ai ao lado do Klimt na minha sala.

bjo

Anónimo disse...

onde estás?