Eis o ser humano da pós-modernidade: sobrevive em metrópoles frenéticas, mais ou menos cosmopolitas, amiúde insensível à hermenêutica das coisas mais simples que o rodeiam e ao sentido mais puro dos dias.
Ei-lo que, cego, sob uma escuridão ofuscante, mergulha nas sendas das cidades interiores, procurando o reposicionamento do centro de gravidade.
RAM
[Jason van Genderen - Mankind Is No Island]
Terça-feira, Abril 21, 2009
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1 comentários:
Nem sequer existe esperança de retorno...
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